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2ª edição no prelo Neidi Rodrigues, como tantos outros, abraçou o encantado legado de Franklin Cascaes, produzindo esta criativa obra literária. Além da originalíssima concepção dos chakras, desvela as crendices, transmite as benzeduras e, entre tantas revelações, oferece encantos e simpatias, costumes tão apreciados que são passados de geração para geração. A autora não é uma mulher que faz bruxarias, mas é feiticeira, mágica e, certamente, lida com forças sobrenaturais. Seu bruxear é a arte da fascinação, cujo magnetismo vai deliciar a todos os que leem.
ISBN: 85-7474-266-X Páginas: 144 Ano: 2005
Foi Franklin Cascaes (1908-1983), esse descendente de colonos açorianos nascido na praia de Itaguaçu, místico e assumido bruxólico, quem difundiu as fantásticas histórias que havia recolhido nas diversas comunidades da Ilha de Santa Catarina. Assim deu vôo não só às bruxas, mas também às mais autênticas tradições, aos causos e lendas, ao folclore e à arte, à imaginação coletiva, numa inestimável contribuição à nossa cultura popular. Era considerado um excêntrico, no entanto, acima de tudo, tinha uma personalidade sem igual, original! Foi assim, através de suas extravagâncias, que disseminou as peculiaridades do nativo ilhéu, que hoje se transmitem às novas gerações.
Nedi Rodrigues, como tantos outros, abraçou o encantado legado de Franklin Cascaes, produzindo esta criativa obra literária. Além da originalíssima concepção dos chakras, desvela as crendices, transmite as benzeduras e, entre tantas revelações, oferece encantos e simpatias, costumes tão apreciados que são passados de geração para geração. A autora não é uma mulher que faz bruxarias, mas é feiticeira, mágica e, certamente, lida com forças sobrenaturais. Seu bruxear é a arte da fascinação, cujo magnetismo vai deliciar a todos os que a lêem.
Neidi Rodrigues nasceu em Ituporanga, Santa Catarina, em 20 de novembro de 1939. Depois foi para Pato Branco, no Paraná, onde trabalhou como costureira.
Em 1987, já em Florianópolis, autodidata, começou a desenhar, pintar e escrever. Para elaborar o livro Bruxas e Magia na Ilha de Santa Catarina, a autora pesquisou durante quatro anos, tendo como principais incentivadores os professores do NET (Núcleo de Estudos da Terceira Idade) da Universidade Federal de Santa Catarina, durante os cursos de Monitores da Ação Gerontológica e de Contadores de História.
Participou com uma crônica no livro 20 Anos do NET e de vários concursos de poesia. Como pintora e desenhista esteve em diversas exposições com quadros em óleo sobre tela e giz pastel, bem como com desenhos em nanquim e crayon.
Integra a Associação dos Poetas, Cronistas e Contistas de Florianópolis. É fundadora da Associação dos Contadores de História de Florianópolis.
“Não tenho absolutamente nenhuma ojeriza pelas adivinhas; acho até que são bastante úteis, pois mantêm e sustentam no nosso espírito essa coisa que é mais necessária à nossa vida que o próprio pão: a ilusão.”
Lima Barreto, em Vida Urbana.
“Um dia esses fatos psíquicos, hoje considerados sobrenaturais, estarão conhecidos e fichados, como tantos da química.”
Monteiro Lobato, em A Barca de Gleyre
“Quando você quer alguma coisa, todo o Universo conspira para que você realize o seu desejo.”
Paulo Coelho, em O Alquimista
“Não há curandeiros. O direito de curar é equivalente ao direito de pensar e de falar. (...) Não há curandeiros, há médicos sem medicina, que é outra coisa.”
Machado de Assis, em A Semana (crônica de 1171271892)
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