Contestado: Redes no Geográfico, Editora Insular

R$49,00

Contestado: Redes no Geográfico
[16X23 cm]

Contestado: Redes no Geográfico
Nilson César Fraga

Páginas: 204
Peso: 325g
ISBN: 978-85-7474-977-8
Ano: 2017

Para ir mais a fundo nos seus conhecimentos sobre o sangrento conflito (mais de 30 mil mortos), que manchou a história do Brasil entre 1912 e 1916, e que foi praticamente silenciado devido ao maior investimento “midiático” na Primeira Guerra Mundial que ocorria na Europa, Nilson resgata o papel da identidade e da importância do Contestado na formação territorial do Sul do Brasil. Com maestria e detalhismo de um apaixonado pelo tema, recupera documentos e mostra, de maneira convincente, a trama estabelecida entre a sociedade, a economia, a cultura e a política que, de forma intrincada teceram o palco da guerra e seu consequente desfecho em favor das elites que dela participaram. Francisco Mendonça Professor da UFPR. Mediante as questões levantadas aventa-se a hipótese de que a Guerra do Contestado se constituiu num marco decisivo para a definição do território, da região e da rede viária na área contestada. A definição desta tríade [rede, território e poder] teria sido evidenciada, antes do conflito, sobretudo pela dinâmica interna da própria região, todavia com o advento da república e da modernidade, a conjuntura externa é que passou a definir as especificidades desta tríade na área do Contestado.
A Revolução Federalista (Guerra Civil) marca o início do processo de centralismo gestor territorial brasileiro que, por sua vez, vai caracterizar o poder republicano a partir de então. Contudo, considerando a história regional do Contestado com certa autonomia de existência, que papel teria a República centralizadora exercido no fortalecimento ou enfraquecimento da região, com dinâmica socioeconômica e cultural, por meio do novo tipo de poder que estrutura o Estado brasileiro?
Que configurações a tríade mencionada apresentaria ao longo do processo de produção do espaço e da sociedade no Contestado? Que permanências e que mudanças podem ser verificadas como reveladoras da evolução histórica e geográfica daquela área? A rede viária seria um testemunho? (Trecho do livro)


Nilson Cesar Fraga. Pesquisador do CNPq/PQ. Graduado em Geografia pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Licenciatura Plena) e pela Universidade Estadual de Maringá (Bacharel), Mestrado em Geografia (Análise Ambiental e Desenvolvimento Regional) pela Universidade Estadual de Maringá e Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professor Adjunto do Departamento de Geociências e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Diretor de Planejamento da Pró-Reitoria de Extensão da UEL. Professor Colaborador do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFPR (Mestrado e Doutorado). Professor Visitante do Programa de Pós-Graduação em Geografia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal de Rondônia (UNIR-RO). Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. Diretor-Presidente da Associação dos Geógrafos Brasileiros − Seção Londrina/PR nas gestões 2011-2012, 2013-2015 e 2016-2017. Coordenador do Laboratório de Geografia, Território, Meio Ambiente e Conflito − GEOTMAC-DGEO-UEL e Coordenador do Observatório do Centenário da Guerra do Contestado - OCGC-UEL-UFPR. Atua, com ênfase na relação sociedade e meio ambiente, nos seguintes temas: Geografia, Geografia Política, Geografia Regional, Território e Cultura, Território e Conflito. Estuda as guerras da formação territorial paranaense, principalmente a Guerra do Contestado, Guerra de Porecatu, Levantes dos Posseiros do Sudoeste e Chacina de Pitanga.
Pela Editora Insular organizou e publicou os livros Territórios e Fronteiras: Re(Arranjos) e Perspectivas (2011), Territórios Paranaenses (2011), Contestado em Guerra: 100 anos do massacre insepulto do Brasil (2012), Contestado: Cidades, reflexos e coisificações (2016) e Contestado, o território silenciado (2ª ed. 2017). É autor de Contestado: redes no geográfico (2017), também pela Insular.

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