Não era prá contar, Editora Insular

R$30,00

Não era prá contar
[15 x 21cm]

Não era prá contar
Autor: Maurício Amorim

ISBN: 978-85-7474-726-2
Páginas: 128
Peso: 220g
Ano: 2013

Capa: Rodrigo Poeta

Aqui um link para outras criações do Rodrigo Poeta


Em uma daquelas noites de sexta-feira no Praia Clube, onde a falecida Confraria dos Dinossauros se reunia, em conversas com o Maurício soube que estava concluindo os originais da presente obra literária, cujo conteúdo logo tive conhecimento e pude avaliar sua importância, principalmente porque narra fatos pitorescos e marcantes da sua vida, associando amigos e lugares de nossa querida Ilha Capital. Fato seguinte: fizemos contato com o Rolim da Insular, que deu o maior incentivo para que o trabalho fosse editado, cuja viabilização só foi possível graças ao empenho e amizade, tanto do Maurício como minha, do extraordinário Caco Bastos, que também envolveu outros amigos seus.
Ainda sobre o Maurício Amorim, todos os "manézinhos" que apreciam Carnaval, particularmente o bloco do Lira, o Berbigão do Boca, o Sou+Eu e muitos outros blocos carnavalescos da cidade, conhecem e apreciam sua forma boemia, extrovertida, divertida e amiga de ser. Para conferir é só assistir no Canal 20 o programa Clube do Mané.
Rogério "Reitor"

Tive o prazer de conhecer (pessoalmente) o Maurício Amorim numa tradicional “saideira ao amanhecer” no Bar das Pedras, em Itaguaçu, num dia 1º do ano de não sei quando, após terminar um baile de Réveillon no Clube 12 de Agosto. Falo isso porque já o admirava, por suas iniciativas e criativas ideias na área do entretenimento (para não falar da noite), e na ocasião ele estava com seu dileto e saudoso amigo e também meu guru Airton Oliveira, o Peteleco. Ativo fomentador da cultura Ilhoa, versátil, como bom boêmio fundou e presidiu o Clube Social Paineiras e transformou uma desativada Igreja em boate, a “Capelinha”; como amante da boa música, participou de Corais e de grupos de amigos “cantadores”; como carnavalesco, coordenou e foi jurado de diversos desfiles de escolas de samba, ajudou a fundar e/ou manter diversos blocos, tais como Amanhece Bom Jesus, LIC Gay, 12x12, Ânsia de Vômito, do Lira TC etc, além da fundamental colaboração com a festa do Berbigão do Boca, onde coordena seu festival gastronômico; e, como bom “mané”, participou da fundação de diversas confrarias, dentre elas a do Almoço das Estrelas, Clube do Galfo, Dinossauros... Putz, é só uma orelha, mas falar do Maurício dava uma enciclopédia... e nem entrei no lado “sério”, o Profissional, que, por cuja competência, exerceu destacados cargos na vida pública.
Caco Bastos

RECOMENDAÇÃO

Por muito tempo resisti à idéia e às sugestões – principalmente de meu irmão Mauro – de colocar no papel as histórias que eu conhecia, ou tinha vivido.
Apresento àqueles que se atreverem a ler as coisas que me aconteceram e a todos os que comigo conviveram, que não foram poucos.
O período vai desde 1960 até os dias de hoje. Não há uma preocupação com a cronologia. A idéia básica, como não poderia deixar de ser, é contar como se vivia, numa época em que as diversões eram poucas e, por isso mesmo, havia a necessidade de muita criatividade. Desde o Paineiras, passando pela Capelinha, Secretaria de Turismo, Secretaria de Segurança e Informações, Casa Civil, Faculdade de Direito, Assembléia Estadual Constituinte e Ministério Público – onde me aposentei -, recolhi diversas histórias que, a meu ver, merecem registro. Aos que por acaso, se identifiquem com os aqui mencionados e não aprovem a sua inclusão, as minhas escusas.

Sobre Maurício Amorim

Filho de Mário Amorim e de Maria Amorim, ilhéus do Ribeirão da Ilha e da Caieira da Barra do Sul, respectivamente , nasceu em 31 de julho de 1941 na cidade de Iraí, no Rio Grande do Sul, onde permaneceu por um dia, até sua mãe ter alta da maternidade local e retornar à moradia na terra catarinense. O Sr. Mário Amorim, pai do Maurício era Delegado de Polícia e tinha sido transferido, por dever de ofício, de Florianópolis para Itapiranga, no Oeste Catarinense. Como na época não tinha Maternidade em Itapiranga, por ironia do destino, sua mãe teve que cruzar a fronteira para dar à luz em terras gauchescas. Ano seguinte voltaram a residir na capital catarinense. Maurício tem um irmão, Mauro Júlio Amorim e dois filhos, Matheus e Rafaella. Fez os estudos primários no Grupo Escolar Lauro Müller, secundário no Instituto Estadual de Educação e Escola Antonieta de Barros, depois passou pela Academia de Comércio até colar grau de Bacharel em Direito pela UFSC. Exerceu diversas atividades profissionais, tais como cartorário e serventuário da Justiça, labutou na antiga Cia. Telefônica (depois Telesc), Celesc, Distribuidora Catarinense de Títulos e Valores Mobiliário, Cia. Catarinense de Crédito, Financiamento e Investimento, Prefeitura Municipal de Florianópolis (onde exerceu o cargo de Secretário de Turismo), Secretaria de Segurança e Informações, Polícia Militar, ALESC e, como funcionário concursado da Procuradoria Geral de Justiça, por lá se aposentou. Cresceu na Avenida Trompowsky e hoje divide seu tempo entre seu apê no centro e outro em Canasvieiras. Teve uma vida social intensa (agora tá mais sossegado .... +/-) com participação direta na evolução dos estilos de bem viver da cidade, onde fundou e/ou participou da fundação, foi dirigente, presidiu algumas, foi sócio, colaborador etc, tais como os Clubes Sociais Paineiras, Doze de Agosto e Lira Tênis Clube, a Boate Capelinha, os blocos carnavalescos Amanhece Bom Jesus, LIC Gay, Doze X Doze, Ânsia de Vômito, do Lira T.C., as confrarias Clube do Galfo e Almoço das Estrelas e por aí vai. Hoje além de coordenar o festival gastronômico do Berbigão do Boca, é responsável pelos ensaios e desfile do bloco de sujos do Lira. Ninguém na cidade conhece mais de carnaval que o Maurício, que já o coordenou por diversas vezes (muitas em parceria com o Aldírio Simões), foi jurado, comentarista para emissoras de rádio e TV e Secretário de Turismo Municipal. Não é a toa que recebeu o troféu “Manezinho da Ilha” em sua primeira edição, do saudoso Aldírio Simões, em 1987.

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